As habilidades profissionais mais demandadas durante (e depois) da Covid-19

Por Phillipe Scerb



A valorização das competências emocionais pelo mercado de trabalho, chamadas também de soft skills, já era uma realidade antes da eclosão da pandemia da Covid-19.


Em oposição a uma cultura marcada pelo conhecimento técnico e a experiência, as habilidades ligadas ao reconhecimento, o controle e a resposta às emoções pessoais ganhavam cada vez mais importância na maioria dos processos seletivos.


No entanto, a pandemia e seus efeitos sobre o mundo profissional vão acelerar o que era uma tendência. Afinal, em meio a um contexto de crise econômica e, portanto, de mudanças, riscos e incertezas, a capacidade de gerenciar emoções é imprescindível para qualquer trabalhador.


Além dos desafios colocados pela adaptação das rotinas pessoal e profissional, as transformações dos mercados e das dinâmicas de trabalho exigem uma série de habilidades que dizem mais respeito ao comportamento do que à bagagem do profissional.


Uma dificuldade relacionada às soft skills é que elas não são acessíveis por meio de cursos ou aulas específicas. Por outro lado, são habilidades que podem ser aprimoradas no dia a dia e estimuladas de diferentes maneiras.


Veja algumas delas abaixo:


Resiliência

Um termo cada vez mais comum no vocabulário profissional, indica a capacidade de enfrentar e superar contratempos e desafios. Frente às dificuldades que se anunciam, controlar o medo e a apreensão será fundamental.


Criatividade

Com as mudanças profundas em diferentes setores, será, mais do que nunca, importante pensar fora da caixa. Vislumbrar alternativas será a única maneira de lidar com situações completamente novas.


Abertura ao novo

Manter-se apegado às tradições não será uma opção na maioria dos casos. Quanto mais você resistir a aceitar as mudanças, mais dificuldade terá se adaptar a elas. Concentre sua energia nas oportunidades que se abrem.


Empatia

Sempre fundamental, a amabilidade se torna ainda mais importante em meio a uma crise com múltiplos efeitos, tanto pessoais como profissionais. A solidariedade e a compreensão das dificuldades alheias serão imprescindíveis para boas relações de trabalho.


Organização

Com as mudanças na dinâmica de trabalho, saber se organizar é uma condição básica para uma boa produtividade. O aumento das atividades profissionais em casa exige a implementação de uma rotina e um exercício contínuo de foco.


Tomadas de decisão

Tanto as escolhas do cotidiano quanto as grandes escolhas se tornam mais difíceis em um cenário de instabilidade e insegurança. Conhecer, controlar e responder às emoções será fundamental.


Aproveite este momento singular que estamos vivendo para praticá-las.

Quer conhecer os empregos que serão os mais afetados e os mais poupados pela crise do coronavírus?

Por Phillipe Scerb





O efeito da pandemia do coronavírus sobre o mercado de trabalho promete ser enorme e já começou a ser sentido em diversos países e setores da economia.




Segundo a Organização Internacional do Trabalho, até 25 milhões de empregos podem deixar de existir ao final da crise em todo o mundo. No Brasil, fala-se em 2,5 milhões a mais de empregos perdidos em função da pandemia.




Algumas áreas já têm dado os primeiros sinais de fragilidade. Entre as mais afetadas, destacam-se o setor de viagens e o de turismo. Enquanto a companhia britânica Flybe decretou falência no início de março, gigantes como Air Canada e KLM entre outras, anunciaram milhares de demissões.




Para fazer frente a essa situação, governos estão sendo levados a tomar medidas para socorrer empresas e permitir que elas mantenham o quadro de funcionários ativo.




Por outro lado, na sociedade civil despontam também iniciativas nesse sentido. Como o manifesto “Não demita”, lançado no Brasil e que já conta com a adesão de 3.000 companhias dispostas a preservar empregos por ao menos dois meses.




Por outro lado, alguns setores resistem e até crescem em meio à crise. É o caso de empresas e/ou áreas de Tecnologia da Informação, saúde, telecomunicações, comércio eletrônico, varejo de alimentos e delivery em geral.




Com a tendência de aceleração do mercado de trabalho para o mundo digital, empresas de tecnologia têm aumentado o número de contratações. De acordo com o Financial Times, elas abriram 15.852 vagas somente no estado americano da Califórnia, na última semana de março.




Por aqui não é diferente. Com a maior procura por tratamentos médicos e a explosão das compras online, por exemplo, companhias farmacêuticas e de varejo não apenas mantiveram, como ampliaram seus quadros de funcionários.




No entanto, se a paralisação for mais duradoura do que se espera, esses setores também vão sentir os efeitos negativos da pandemia. Pois o aumento do desemprego e a diminuição da renda das pessoas levará fatalmente a uma menor demanda por produtos e serviços, até mesmo os mais básicos.

Entrevistas de emprego por vídeo viraram regra com o isolamento em virtude do coronavírus.

Por Phillipe Scerb


As médias e grandes empresas já vinham de algum tempo tornando seus processos seletivos cada vez mais digitais, mesmo assim a última etapa, da entrevista, não costumava dispensar o encontro pessoal entre o candidato e o futuro empregador.
Com a pandemia do corona vírus, porém, essa realidade mudou. Para respeitar as recomendações de isolamento social, as empresas têm recorrido ao mundo virtual também no momento da entrevista final de seleção e as vídeo entrevistas viraram quase que regra geral.
Considerando que essa prática deve perdurar, inclusive para além da crise, os candidatos devem se preparar para enfrentar essa novidade. Pois se há muitas semelhanças com a entrevista pessoal, há diferenças importantes que merecem um cuidado especial.

Veja abaixo algumas dicas do que fazer e do que evitar em uma entrevista por vídeo

 

1. Preparo


– Escolha bem o local em que fará a entrevista. Dê preferência, na medida do possível, a um lugar calmo e silencioso. O fundo que aparece atrás também importa: quanto menos informação, melhor.
– Teste todos os equipamentos antes. Desde a conexão com a internet, até a webcam e o microfone. Qualquer falha pode te desestabilizar e prejudicar o seu desempenho.
– Cuidado com a(s) foto(s) de identidade dos seus perfis nas suas redes sociais. Elas são o seu cartão de visita.
– Não é porque você está em casa que a roupa não importa, pelo contrário. Vista-se com sobriedade, ou seja, da mesma maneira que você faria caso a entre de vista fosse presencial.



2. Durante a entrevista


– Olhe para a tela e não se distraia com o entorno. Demonstre interesse e atenção e evite consultar o celular ou outros dispositivos no computador.
– Caso queira tomar notas, não use o teclado do computador, pois o barulho vai prejudicar a conversa. Prefira sempre um caderno ou bloco de papel.
– Não interrompa o entrevistador. Por vídeo, isso prejudica a fluidez da comunicação. Caso deseje falar algo durante a fala dele, faça um sinal com a mão pedindo a palavra.
– Embora a entrevista por vídeo exija uma comunicação mais objetiva e direta, evite respostas muito curtas e pobres em informação.
– Por fim, não se esqueça de demonstrar naturalidade. Em uma conversa virtual também é possível transmitir empatia e bom humor.

Cursos online e gratuitos contribuem para uma quarentena mais saudável e produtiva

Por Phillipe Scerb

Ficar em casa nunca foi tão difícil como tem sido neste período de isolamento social. Manter o corpo e a mente ativa é um desafio e tanto em meio às preocupações com a saúde, a família, o emprego e a renda.



Por outro lado, podemos tornar o tempo livre uma oportunidade única para aprofundar nossos conhecimentos, desenvolver habilidades e aprender um pouco sobre temas desconhecidos.



Diversas instituições se sensibilizaram com o momento difícil que atravessamos e disponibilizaram uma série de cursos online gratuitos que podem ser feitos enquanto não podemos retomar a rotina normal de trabalho.



Os cursos oferecidos têm diferentes formatos e contemplam uma enorme variedade de áreas. Entre as possibilidades, encontram-se desde aulas de inglês até formações sobre ciência de dados, passando por finanças pessoais e tecnologia da informação.



Separamos abaixo algumas instituições e plataformas com cursos abertos e gratuitos. Além de contribuir para sua saúde mental e aumentar suas competências, eles também podem ampliar seu horizonte profissional.

USP – Coursera


Os cursos online oferecidos pela USP podem ser encontrados na plataforma Coursera. Os temas são diversos e vão de marketing à ciência da computação. Basta pesquisar por “Universidade de São Paulo” no site https://www.coursera.org/

Udemy

Uma das principais plataformas de educação online do mundo, a Udemy oferece mais de 400 cursos gratuitos com opções diversas e destaque para as áreas de programação e tecnologia. Consulte as opções em https://www.udemy.com/

Harvard

A famosa universidade americana disponibilizou mais de 100 cursos gratuitos, em inglês, sobre variados assuntos. Entre eles, artes e design, ciências sociais e ciência ambiental. Estão todos no site http://www.edx.org/school/harvardx


Casa do Saber

Com temas que vão da filosofia à religião, entre outros, a renomada instituição disponibilizou mais de 120 cursos online gratuitamente. Veja quais são eles em https://digital.casadosaber.com.br/


Senai

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial abriu 12 cursos online gratuitos e com certificação nas áreas de desenho arquitetônico, educação ambiental, empreendedorismo, entre outros. O acesso é feito pelo site http://www.eadsenai.com.br/virtual/ms/

Alura

A plataforma oferece cursos gratuitos de marketing digital, ciência de dados, programação e experiência do usuário. Encontre-os em https://www.alura.com.br/especial/conteudos-gratuitos-alura

O que as empresas ganham ao incentivar os funcionários a demonstrarem suas emoções ?

Crescem a consciência de que as emoções podem ser muito bem-vindas no mundo do trabalho e o número de empresas em que se pode chorar, rir e esbravejar.

E mais do que a preocupação com o bem-estar dos funcionários, permitir que eles sejam quem são tem muito a contribuir com o resultado das empresas.

O estímulo à liberdade emocional, afinal, aumenta o vínculo e o engajamento do profissional com a empresa. E pesquisas recentes mostram que profissionais motivados rendem 25% mais do que colegas desestimulados pelo trabalho.

Mas para que os funcionários sejam estimulados a demonstrar suas emoções, é preciso derrubar 3 mitos conhecidos:
Trabalho não é lugar para demonstrar emoções: seres humanos têm emoções e ignorá-las é jogar para debaixo do tapete questões que devem ser debatidas.

Conversar sobre o sentimento dos funcionários é perda de tempo: evitar os problemas emocionais da equipe só retarda sua manifestação e aumenta a frustração.

Emoções prejudicam tomada de decisões: não há decisão sem emoção envolvida e reconhecê-la é a melhor forma de lidar com ela e, se necessário, controlá-la.

Via Época Negócios

Redes sociais não fazem mal, desde que não substituam atividades mais saudáveis

Redes sociais fazem mal para os adolescentes? É uma pergunta que se fazem os pais do mundo inteiro quase cotidianamente.

Pesquisadores do Reino Unido deram uma nova resposta: as redes não prejudicam diretamente os mais jovens, mas podem ocupar o tempo que poderia ser gasto em atividades vitais e mais saudáveis, como dormir e praticar exercício físico.

O problema não é a rede social em si, mas o quanto elas comprometem os contatos e as atividades da vida real. A relação entre rede social, piora da saúde mental e maior sofrimento psicológico, portanto, se deve mais a ausência de outras práticas

A recomendação dos pesquisadores é que pais proíbam o uso de celulares depois das 22h e incentivem exercícios físicos.

Via BBC Brasil

6 dicas de uma doutora de Harvard para criar times eficientes

A doutora em psicologia por Harvard Ruth Wageman chegou a uma lista de 6 condições para a eficiência de equipes dentro das empresas às quais um bom líder deve estar atento. São elas;

1. Equipe de verdade: mais do que uma coleção de profissionais que reportam ao mesmo chefe, a equipe deve ser um verdadeiro time, unido por objetivos comuns.

2. Propósito “cativante”: os membros da equipe devem ter clareza do sucesso que buscam. Para isso, precisam sentir que estão realizando um trabalho de grande impacto. 

3. Pessoas certas: definido o objetivo, o líder deve ir atrás de pessoas com as habilidades e os perfis adequados para a formação do time.

4. Estrutura sólida: todos os membros devem ter clareza das suas tarefas e responsabilidades. Além disso, é importante definir regras de comportamento para a dinâmica interna do time.

5. Contexto de apoio: deve haver uma estrutura coletiva de suporte aos membros da equipe. Avaliações 100% individuais, por exemplo, estimulam a competitividade e prejudicam a harmonia do grupo.

6. Preparação: a maior energia do líder deve ser dispensada para a definição dos objetivos da empreitada, a formação do time e a primeira reunião, em que o projeto é apresentado em detalhes e a função de cada funcionário é bem explicada. Uma boa operação é consequência de uma boa preparação.

Via Época Negócios  

Você já se perguntou quanto tempo se gasta indo para o trabalho ao redor do mundo?

O transporte público é a principal forma de locomoção no trajeto casa-trabalho-casa no mundo. Milhões de pessoas usam diariamente ônibus, trens e metrô, mas o tempo que elas passam neles varia muito em cada lugar. O aplicativo Moovit criou um site que mostra o tempo médio gasto nesse trajeto nas principais cidades de 24 países. 👉 No Brasil, a região em que o trabalhador fica mais tempo no transporte por dia, em média, é Goiânia, com 98 minutos. Mas outras regiões ficaram logo atrás. Recife e Brasília com 96 minutos; Rio de Janeiro, 95 minutos, e São Paulo, 93 minutos vêm na sequência. 👉 Na Europa, o tempo médio que o trabalhador passa no transporte público a cada dia é significativamente menor. Na França, o maior período foi encontrado em Paris, de 64 minutos. Já em Sevilha, na Espanha, são gastos apenas 34 minutos, em média. 👉 Nos Estados Unidos, a maior média é da Filadélfia, com 93 minutos, e a menor de San Diego, na Califórnia, de 70 minutos. E o efeito de longos períodos gastos no transporte sobre a saúde mental não é irrelevante, ainda mais considerando que esses valores representam a média. Ou seja, muita gente gasta muito mais tempo para chegar ao trabalho

5 destinos pouco óbvios para aprender inglês, espanhol ou francês

Lugares menos concorridos e com menos exigências burocráticas são opções para quem quer aprender novas línguas a partir de uma experiência no exterior. Veja sugestões em vídeo;

https://exame.abril.com.br/carreira/5-destinos-pouco-obvios-para-aprender-ingles-espanhol-ou-frances/

 

Chá para revelar sexo do bebê movimenta setor de festas infantis

Moda importada dos Estados Unidos envolve diferentes formas de revelar o sexo da criança e tem estimulado o ramo das festas infantis. As tendências evoluem a cada dia a partir das redes sociais. Por isso, é importante estar sempre conectado.

https://www1.folha.uol.com.br/mpme/2019/04/cha-para-revelar-sexo-do-bebe-movimenta-setor-de-festas-infantis.shtml