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	<title>Arquivos para mulheres - Projeto RH</title>
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	<description>Nossa maior expertise é identificar talentos!</description>
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		<title>Estudo desfaz estereótipos e mostra que mulheres são tão capazes de liderar quanto homens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[yuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 16:16:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>07/03/2023Por Phillipe Scerb &#8211; Mestre em Ciências Políticas pela SciencesPo-Paris e Doutorando pela USP São diversos os preconceitos de gênero presentes no mundo do trabalho e um deles sugere que a liderança seria um atributo masculino. Ou seja, homens teriam, supostamente, uma maior propensão a exercer cargos de liderança com sucesso. Uma pesquisa do Insper, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><br class="avia-permanent-lb" />07/03/2023<br class="avia-permanent-lb" />Por Phillipe Scerb &#8211; Mestre em Ciências Políticas pela SciencesPo-Paris e Doutorando pela USP</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />São diversos os preconceitos de gênero presentes no mundo do trabalho e um deles sugere que a liderança seria um atributo masculino. Ou seja, homens teriam, supostamente, uma maior propensão a exercer cargos de liderança com sucesso.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Uma pesquisa do Insper, no entanto, revelou que, de acordo com a percepção dos liderados, as habilidades requeridas para uma boa liderança não são mais encontradas entre homens do que entre mulheres. Ao contrário, não haveria diferença de gênero quando o assunto é dirigir um grupo de subordinados.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Entre outubro de 2021 e julho de 2022, o estudo levou em consideração a opinião de 1.464 profissionais de diferentes áreas e níveis hierárquicos. Eles foram consultados sobre as características consideradas essenciais para uma boa liderança: competência, autenticidade, benevolência, humildade e integridade.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />As respostas indicaram que homens e mulheres que ocupam posições de direção tiveram a mesma nota em cada uma dessas categorias. Assim como quanto à capacidade que eles têm de promover um ambiente de segurança psicológica, cada vez mais demandado por profissionais de todos os setores.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Tampouco foi identificada qualquer diferença quando o tema é a legitimidade do líder e o apoio que os times lhe oferecem. Ambos os sexos são igualmente avaliados em relação à efetividade e à prototipicalidade (atributo que denota o quanto um chefe é visto como líder ideal).</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Os resultados contribuem para superar estereótipos que alimentam preconceitos muito enfrentados pelas mulheres no mercado de trabalho. É ainda quase consensual em alguns meios, infelizmente, a ideia de que líderes homens são mais assertivos e fortes do que líderes mulheres, que seriam mais gentis e humildes, por exemplo. Associações de gênero que comprometem a ascensão de mulheres nas organizações.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Ao ter de corresponder às expectativas ligadas ao gênero, mulheres correm o risco de não estar à altura do que se espera em termos de benevolência e compreensão, de um lado, e de serem julgadas quando têm comportamentos mais associados aos homens e ligados à assertividade.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />É verdade, contudo, que esses estereótipos vêm mudando. É cada vez mais aceito que não há apenas um jeito feminino de liderar e cada vez mais comum encontrar lideranças mulheres com práticas e tipos de comportamento muito diferentes entre si.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />No ano passado, por volta de 40% dos cargos de liderança no Brasil eram ocupados por mulheres. Em um universo tão grande e crescente de chefes mulheres, os profissionais vão se acostumando à variedade de maneiras de liderar, independentemente do gênero.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Apesar disso, é fundamental que as empresas se comprometam com iniciativas para quebrar estereótipos de gênero no trabalho. A melhor maneira de combater preconceitos, afinal, é equiparando os cargos de chefia ocupados por homens e mulheres nas companhias.</p>
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		<title>Os desafios das mulheres que ganham mais do que os parceiros</title>
		<link>https://projetorh.com.br/blog/os-desafios-das-mulheres-que-ganham-mais-do-que-os-parceiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[yuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2022 13:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>01/09/2022 Por Phillipe Scerb &#8211; Mestre em Ciências Políticas pela SciencesPo-Paris e Doutorando pela USP Poucas mulheres têm um salário melhor do que seus maridos. No Brasil, as mulheres, em geral, ganham 20% a menos do que os homens. E a diferença é parecida para trabalhadores com a mesma escolaridade e o mesmo tipo de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><br class="avia-permanent-lb" />01/09/2022<br class="avia-permanent-lb" /><br />
Por Phillipe Scerb &#8211; Mestre em Ciências Políticas pela SciencesPo-Paris e Doutorando pela USP</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Poucas mulheres têm um salário melhor do que seus maridos. No Brasil, as mulheres, em geral, ganham 20% a menos do que os homens. E a diferença é parecida para trabalhadores com a mesma escolaridade e o mesmo tipo de ocupação.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Mas conforme a desigualdade de gênero diminui, mesmo que a um ritmo lento, algumas mulheres têm assumido posições de destaque no mercado de trabalho e chegam a ter um salário maior do que os seus parceiros. </p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />No entanto, embora isso deva ser motivo de orgulho para ambos, mulheres nessa posição costumam sofrer por dois motivos.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Por um lado, elas têm de lidar com o sentimento de humilhação e fragilidade dos maridos nessas situações. Em uma sociedade ainda marcada pelo machismo e por uma divisão clara de tarefas entre os gêneros, homens tendem a se sentir mal quando as mulheres ocupam o papel de provedoras.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Isso pode provocar julgamentos de outras pessoas e instabilidade na relação. Em outros casos, pode despertar diversas formas de violência e opressão de homens que não aceitam o sucesso profissional de suas parceiras.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Por outro lado, mulheres que ganham mais e que, portanto, costumam trabalhar mais que os homens, acabam assumindo também a maior parte do trabalho doméstico. O que faz com que a dupla jornada seja ainda mais exaustiva.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Independentemente de prover a maior parte dos recursos financeiros para a casa, as mulheres não se libertam do trabalho tradicionalmente considerado “feminino”, como cuidar dos filhos e da casa.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Pesquisas têm indicado que mesmo com a entrada das mulheres no mercado de trabalho, a divisão das tarefas domésticas não foi significativamente alterada. Inclusive quando elas ganham mais do que eles. No Reino Unido, por exemplo, um estudo mostrou que 45% das mulheres provedoras são responsáveis pela maioria dos afazeres domésticos, contra somente 12% dos homens que ganham mais que suas esposas.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Outras pesquisas, feitas nos Estados Unidos e na Austrália, revelaram que mesmo que a carga doméstica diminua para mulheres que ascendem na carreira, esse movimento bate num teto rapidamente. Depois de uma mudança inicial, as mulheres voltam a assumir a maior parte do trabalho em casa.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Nesses casos, o estresse profissional se soma a uma sobrecarga de tarefas domésticas e ao desconforto causado por um desequilíbrio mal suportado pelos parceiros. Não por acaso, dados têm indicado que casamentos em que a mulher é a principal provedora têm maiores chances de culminar em um divórcio. </p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />No entanto, esse nem sempre precisa ser o resultado da inclusão das mulheres no mercado e difusão de oportunidades iguais entre os gêneros. As mudanças no trabalho parecem que ocorrem em um ritmo mais acelerado do que aquelas nos costumes e nas tradições. </p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Mas elas também têm avançado e cada vez é mais comum encontrar pais que levam os filhos para a escola, cozinham e cuidam da casa. Já é tempo, afinal, das transformações no mercado de trabalho chegarem também ao ambiente familiar.</p>
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