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	<title>Arquivos para motivação - Projeto RH</title>
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	<description>Nossa maior expertise é identificar talentos!</description>
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		<title>O que os Jogos Olímpicos podem nos ensinar sobre as “Olímpiadas da vida profissional”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[yuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2021 20:16:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Eliane Figueiredo &#8211; CEO da Projeto RH Foco no objetivo, disciplina, resiliência e saber lidar com as derrotas são qualidades fundamentais para qualquer esportista de alto nível. Os Jogos Olímpicos demonstraram, mais uma vez, como o sucesso é proporcional ao esforço dos atletas. Entre profissionais e empreendedores, a realidade não é diferente. Diante de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Eliane Figueiredo &#8211; CEO da Projeto RH<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Foco no objetivo, disciplina, resiliência e saber lidar com as derrotas são qualidades fundamentais para qualquer esportista de alto nível. Os Jogos Olímpicos demonstraram, mais uma vez, como o sucesso é proporcional ao esforço dos atletas.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Entre profissionais e empreendedores, a realidade não é diferente. Diante de desafios, persistência e superação são competências essenciais. Afinal, uma carreira de sucesso é o resultado da vontade constante de melhorar a cada dia.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />E, logo depois da comemoração de grandes vitórias e medalhas, novo ciclo se inicia e as rotinas de treino duro se inicia para novas competições. Assim como os profissionais do mundo corporativo, que depois da entrega de projetos bem sucedidos e do alcance de bons resultados, devem encarar novas empreitadas e mirar sempre para frente.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Se no esporte as condições físicas e ambientais não são sempre ideais, o mesmo vale para empreendedores e profissionais. O cenário econômico e político do País e o contexto  das empresas variam com o tempo. Por isso, é fundamental estar preparado para lidar também com aquilo que está fora do nosso alcance e com os imprevistos.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Por fim, gostaria de parabenizar a todos os atletas dos Jogos Olímpicos que, depois de tantas incertezas e dificuldades, nos presentearam com o espetáculo do esporte e da superação. E, também, brindo a  todos os “atletas” do mercado de trabalho e aqueles que são empreendedores. Lutando a cada dia e dando o seu melhor para subir no pódio da vida profissional!<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />E, ainda, algumas competições podem parecer individuais, mas é sempre com o trabalho em equipe que podemos, juntos, nos tornar cada vez mais fortes e ir cada vez mais longe rumo à próxima “Olímpiada”</p>
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		<title>O aguardado fim da pandemia e o futuro incerto do trabalho</title>
		<link>https://projetorh.com.br/blog/o-aguardado-fim-da-pandemia-e-o-futuro-incerto-do-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[yuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jul 2021 15:24:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Philipe Scerb- Mestre em Ciências Políticas pela SciencesPo-Paris e Doutorando pela USP Conforme o cansaço com o isolamento e a perspectiva de volta à normalidade aumentam, empresários e profissionais põem na balança os prós e os contras do home office e se perguntam sobre a forma que vai assumir o futuro do trabalho. No [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Philipe Scerb- Mestre em Ciências Políticas pela SciencesPo-Paris e Doutorando pela USP<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Conforme o cansaço com o isolamento e a perspectiva de volta à normalidade aumentam, empresários e profissionais põem na balança os prós e os contras do home office e se perguntam sobre a forma que vai assumir o futuro do trabalho.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
No começo da pandemia, muita gente se surpreendeu positivamente com a viabilidade do trabalho remoto. Por um lado, a economia de tempo com o deslocamento agradava quem buscava mais momentos de lazer. Por outro, não faltou quem visse sua produtividade aumentar com uma organização mais autônoma da rotina.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Depois de mais de um ano de crise sanitária, o otimismo é menor e muitos profissionais sofrem os impactos do home office. Para além de pais que tiveram que conciliar o trabalho com os cuidados da casa e dos filhos, pesquisas dão conta de outros efeitos negativos das mudanças. Um estudo do Instituto Gallup, por exemplo, mostrou níveis crescentes de sentimentos de solidão e de incapacidade de descansar antes e depois da jornada.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
No entanto, por vezes as mesmas pesquisas revelam também o lado positivo do home office. Enquanto a maioria das pessoas quer voltar a frequentar o escritório, elas continuam valorizando o trabalho remoto e veem nele ganhos importantes de produtividade e bem-estar.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Em um cenário controverso, com percepções ambíguas sobre as vantagens e as desvantagens do home office, a tendência que ganha força no universo corporativo é de um modelo híbrido. Empresas que haviam anunciado uma transição completa para o trabalho remoto em meados da pandemia, inclusive, têm voltado atrás e comunicado seus funcionários que terão de voltar aos escritórios – pelo menos alguns dias da semana.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
A impressão cada vez mais disseminada é de que um modelo alternado, com certos dias em casa e certos dias no escritório, permite aproveitar as vantagens das duas formas de trabalho.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Em home office, o profissional pode aproveitar o aumento do tempo livre e a flexibilidade da jornada para atividades que não poderia fazer numa rotina convencional. Sem pandemia, o problema de crianças estudando em casa em horário comercial não deverá existir.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Já com a volta ao escritório, diminuiria o sentimento de isolamento à medida que o trabalho recupera a interação e a socialização com colegas. As trocas ganham em qualidade e também podem repercutir em incrementos de criatividade e produtividade.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Não é exagerado pensar que, nessas condições, as vontades e as preferências dos funcionários serão levadas em consideração. Mesmo que a empresa determine regras sobre a distribuição do trabalho remoto e presencial, os profissionais deverão ter alguma voz para definir com que regularidade ficam em casa ou vão ao escritório.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /></p>
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		<title>A necessidade do descanso e do lazer mesmo dentro de casa</title>
		<link>https://projetorh.com.br/blog/a-necessidade-do-descanso-e-do-lazer-mesmo-dentro-de-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[yuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 19:18:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Philipe Scerb- Mestre em Ciências Políticas pela SciencesPo-Paris e Doutorando pela USP A separação entre a rotina profissional e o tempo livre nunca foi tão difícil. Pois se as novas tecnologias já vinham nos mantendo constantemente conectados, a pandemia praticamente acabou com a divisão espacial e temporal entre o trabalho e a vida pessoal. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Philipe Scerb- Mestre em Ciências Políticas pela SciencesPo-Paris e Doutorando pela USP<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
A separação entre a rotina profissional e o tempo livre nunca foi tão difícil. Pois se as novas tecnologias já vinham nos mantendo constantemente conectados, a pandemia praticamente acabou com a divisão espacial e temporal entre o trabalho e a vida pessoal.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Esse, aliás, é um dos motivos para o crescimento exponencial dos problemas de saúde mental entre profissionais de diferentes áreas no último período. De acordo com diversas pesquisas, os índices de ansiedade e estresse ligados ao trabalho nunca foram tão altos.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Outro fator que tem contribuído para esses números é a dificuldade que as pessoas vêm enfrentando para encontrar momentos de completo descanso e para realizar atividades de lazer.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Algo fácil de entender na medida em que viagens, encontros e eventos sociais desapareceram, quase completamente, do rol de possibilidades em meio à pandemia. O resultado é mais tempo gasto com o trabalho e menos com o lazer e o entretenimento.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Mas a despeito das dificuldades impostas pelo distanciamento social, devemos fazer um esforço para descansar e realizar atividades alternativas ao trabalho, mesmo que dentro de casa.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Não apenas porque elas ajudam a preservar uma boa saúde mental e se revertem em mais produtividade no dia a dia. Mas também porque nossas competências profissionais dependem do nosso repertório cultural. As referências e as ideias que aplicamos no nosso trabalho não provêm simplesmente do mundo profissional, mas das experiências que adquirimos fora dele. E são cada vez mais valorizadas pelas empresas.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Por isso, é fundamental que mantenhamos práticas típicas de lazer de maneira a expandir nossos horizontes. E as possibilidades são consideráveis mesmo em caso de confinamento.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Ler, de romances a revistas e jornais, é sempre uma boa opção. Com a multiplicação de plataformas de streaming, filmes e séries ficaram muito mais acessíveis. Há também quem prefira acompanhar alguns dos inúmeros cursos disponíveis na internet, vários deles gratuitos.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
De todo modo, o importante é não deixar de descansar e aproveitar o tempo livre. Nossa saúde mental e nosso desempenho profissional agradecem.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /></p>
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		<title>O problema do tédio e da falta de motivação no trabalho</title>
		<link>https://projetorh.com.br/blog/o-problema-do-tedio-e-da-falta-de-motivacao-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[yuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 17:05:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[motivação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Philipe Scerb- Mestre em Ciências Políticas pela SciencesPo-Paris e Doutorando pela USP Jornadas intermináveis, altas cargas de estresse e o excesso de responsabilidades profissionais são sabidamente nocivos e podem levar à famosa síndrome de Burnout. Mas se muito trabalho é ruim, pouco trabalho também pode ser. E já há até quem dê um nome [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://projetorh.com.br/blog/o-problema-do-tedio-e-da-falta-de-motivacao-no-trabalho/">O problema do tédio e da falta de motivação no trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://projetorh.com.br">Projeto RH</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Philipe Scerb- Mestre em Ciências Políticas pela SciencesPo-Paris e Doutorando pela USP<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Jornadas intermináveis, altas cargas de estresse e o excesso de responsabilidades profissionais são sabidamente nocivos e podem levar à famosa síndrome de Burnout.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /></p>
<p>Mas se muito trabalho é ruim, pouco trabalho também pode ser. E já há até quem dê um nome para o tédio e a ansiedade que atingem profissionais pouco motivados no dia a dia: a síndrome do boreout, originada da palavra bored (entediado, em inglês).<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /></p>
<p>Olhando de fora, parece invejável a rotina de alguém que conclui as tarefas do dia em poucas horas e passa as restantes matando o tempo e, no máximo, esperando outras demandas do chefe &#8211; que, muitas vezes, nunca vêm.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /></p>
<p>No entanto, essas horas de suposto descanso são, via de regra, acompanhadas de um tédio que pode ser tão ruim, segundo psicólogos, quanto o esgotamento provocado pelo excesso de trabalho.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /></p>
<p>Pois além de ter a produtividade prejudicada, como demonstrou um estudo da Universidade de Lancashire, na Inglaterra, os profissionais nessas condições tendem a despejar sua ansiedade em práticas nada saudáveis. Que vão desde passar horas e horas nas redes sociais para matar o tempo até o consumo obsessivo de cigarros, álcool e comidas altamente calóricas.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /></p>
<h2>Mas não se assuste </h2>
<p>Um pouco de tédio no trabalho é normal e até saudável. O problema ocorre quando ele se torna dominante e faz você se sentir inútil e desenvolver importantes sintomas de ansiedade.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
O que não está diretamente ligado às tarefas e ao tipo de trabalho que você tem. O tédio diz muito mais respeito a você e aos seus interesses do que ao seu emprego em si. É possível, por exemplo, ter um ótimo cargo e não se sentir motivado e valorizado.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Se você não gosta e não se sente desafiado pelas tarefas do dia a dia, é normal que elas pareçam monótonas e sem sentido. Um problema ainda maior quando somos forçados a aceitar trabalhos distantes das nossas áreas e aspirações profissionais. Geralmente, o salário não basta para gerar motivação e engajamento.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /></p>
<h2>O que fazer?</h2>
<p>Os psicólogos suíços que cunharam a noção de síndrome de boreout não se contentaram, ainda bem, a definir o problema. Eles apresentaram também sugestões para que os profissionais superem o tédio crônico no trabalho.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
O primeiro passo seria buscar pequenas motivações nas tarefas diárias. E caso seja impossível encontrá-las, convém conversar com os chefes e demonstrar interesse em desenvolver novas tarefas que possam ser úteis para a empresa.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Outra alternativa é procurar motivação fora do trabalho. De preferência, em momentos livres antes ou depois do expediente. Novos hobbies podem compensar a frustração e a ansiedade da rotina profissional.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Se ainda assim o tédio crônico não desaparecer, a saída é buscar outro trabalho que realmente te atraia. Sem que isso implique abandonar o emprego atual, pois o desemprego só faria aumentar a ansiedade provocada pela falta de motivação.<br />
<br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" /><br />
Não é simples encontrar o trabalho dos sonhos, que nos motive e nos desafie a cada dia. Nem por isso, devemos nos acostumar com o tédio e a ausência de um sentido para a nossa vida profissional.</p>
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