<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos para chefes - Projeto RH</title>
	<atom:link href="https://projetorh.com.br/tag/chefes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Nossa maior expertise é identificar talentos!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 17 May 2023 17:21:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.2</generator>
	<item>
		<title>78% dos executivos sofrem com Líderes tóxicos no Brasil</title>
		<link>https://projetorh.com.br/blog/78-dos-executivos-sofrem-com-lideres-toxicos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[yuri]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 17:21:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[chefes]]></category>
		<category><![CDATA[toxicos]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://projetorh.com.br/?p=3413</guid>

					<description><![CDATA[<p>﻿﻿17/05/2023Por Phillipe Scerb &#8211; Mestre em Ciências Políticas pela SciencesPo-Paris e Doutorando pela USP Muitos profissionais já passaram por isso. Líderes que cobram de maneira excessiva, que rebaixam e humilham, que demoram muito para responder questões urgentes e que fazem cobranças que parecem sutis, mas que abalam emocionalmente seus subordinados. Mas o tamanho do problema [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://projetorh.com.br/blog/78-dos-executivos-sofrem-com-lideres-toxicos-no-brasil/">78% dos executivos sofrem com Líderes tóxicos no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://projetorh.com.br">Projeto RH</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span><br class="avia-permanent-lb" /><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_end">﻿</span>17/05/2023<br class="avia-permanent-lb" />Por Phillipe Scerb &#8211; Mestre em Ciências Políticas pela SciencesPo-Paris e Doutorando pela USP</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Muitos profissionais já passaram por isso. Líderes que cobram de maneira excessiva, que rebaixam e humilham, que demoram muito para responder questões urgentes e que fazem cobranças que parecem sutis, mas que abalam emocionalmente seus subordinados.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Mas o tamanho do problema é maior do que se imagina. Uma pesquisa da consultoria em gestão e educação executiva BTA Associados revelou que 78% dos altos executivos brasileiros são ou já foram vítimas de assédio moral por parte de seus líderes.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Dos 321 profissionais dos níveis de gerência, diretoria, presidência e conselhos de empresa entrevistados entre março e abril deste ano, quase 8 a cada 10 afirmaram que trabalham ou já trabalharam com um líder tóxico.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Algumas características foram mencionadas como atributos de lideranças que praticam algum tipo de assédio moral. As relatadas como as mais comuns foram, nessa ordem: desonestidade; agressividade; desrespeito; narcisismo; e incompetência.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />A alternativa oposta ao líder tóxico, chamada pelos pesquisadores de líderes de referência, reúne, segundo os entrevistados, características como: integridade; abertura a ouvir e boa comunicação; visão estratégica; e competência técnica.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Além de impactos sobre os resultados do trabalho em si, a relação com um superior mediada pelo assédio moral tem uma série de consequências sobre a saúde mental dos profissionais. 42% dos executivos entrevistados relataram experimentar um alto nível de angústia, 60% deles de ansiedade e 62% enfrentam um elevado grau de estresse. Mais de um quarto, 26%, acham possível adoecer em função do trabalho.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Especialistas consideram que a pandemia, e o consequente aumento do trabalho remoto, aprofundaram o problema do assédio moral nas empresas. À medida que as relações entre as lideranças e seus subordinados passam a se dar de forma privada, sem espectadores, elas ficam mais sujeitas ao abuso.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />É comum que as direções das companhias tenham conhecimento da natureza tóxica de algumas de suas lideranças sem que façam nada a respeito, pois em muitos casos esses profissionais geram resultados positivos e cumprem metas.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />No entanto, manter dinâmicas e relações degeneradas no ambiente de trabalho tem um preço. Em algum momento, o problema emerge e compromete a imagem da empresa entre colaboradores, fornecedores, consumidores etc.</p>
<p><br class="avia-permanent-lb" /><br class="avia-permanent-lb" />Outro efeito negativo da presença de líderes tóxicos é a alta rotatividade que isso implica. Bons profissionais não resistem muito tempo e a consequência inevitável acaba sendo a perda de talentos. O treinamento dos líderes é, portanto, fundamental e não deve ser negligenciado em relação a outros investimentos.</p>
<p>O post <a href="https://projetorh.com.br/blog/78-dos-executivos-sofrem-com-lideres-toxicos-no-brasil/">78% dos executivos sofrem com Líderes tóxicos no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://projetorh.com.br">Projeto RH</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
